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		<title>Iuri Barros de Freitas - M&#237;dia e Poder</title>
		<link>http://iuribarrosdefreitas.blog.terra.com.br</link>
		<description>Blog direcionado para as aulas de p&#243;s-gradua&#231;&#227;o em Comunica&#231;&#227;o Jornal&#237;stica da Funda&#231;&#227;o C&#225;sper L&#237;bero. Os assuntos a serem tratados neste espa&#231;o sempre ter&#227;o alguma rela&#231;&#227;o com o tema M&#237;dia e Poder.</description>
		<language>pt-BR</language>
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		<category>Ciência e História</category>
		<item>
			<title>Mudan&#231;a de endere&#231;o do blog</title>
			<link>http://iuribarrosdefreitas.blog.terra.com.br/mudanca_de_endereco_do_blog</link>
			<pubDate>29.10.08</pubDate>
			
			<description>
Caros amigos, inimigos (eu sei que voc&#234;s&#160;bisbilhotam&#160;aqui, hehe)&#160;e leitores... Mudei meu blog para&#160;o &#160;blogspot e espero que voc&#234;s possam me acompanhar por l&#225;.
http://iuribarrosdefreitas.blogspot.com
Grande abra&#231;o a todos.
Atenciosamente,
Iuri Barros de Freitas</description>
			</item>
		<item>
			<title>Publicidade, vil&#227; ou n&#227;o? - continua&#231;&#227;o</title>
			<link>http://iuribarrosdefreitas.blog.terra.com.br/publicidade_vila_ou_nao_continuacao</link>
			<pubDate>04.08.08</pubDate>
			<a href="http://iuribarrosdefreitas.blog.terra.com.br/?cat=107820" title="Ver categorias">Textos da Revista Reforme</a>
			<description>Neste cen&#225;rio, &#8220;t&#227;o perturbador&#8221; para a publicidade, uma maneira de manipular a o consumidor (n&#227;o mais cidad&#227;o) tem ganhado for&#231;a, o citado acima &#8220;brended content&#8221;. De acordo com Daniel, ele &#8220; inverte a l&#243;gica do merchandising, associando o conte&#250;do &#224; marca &#8211; e n&#227;o o contr&#225;rio. Pode-se dizer que o conte&#250;do de marca &#8211; tamb&#233;m chamado de branded entertainment ou simplesmente advertainment &#8211; nasceu a partir de uma s&#233;rie de curtas-metragens da BMW, intitulada BMW Films, cuja lista de diretores inclui alguns dos mais importantes cineastas da atualidade, como Ang Lee, Wong-Kar-Wai e Alejandro Gonz&#225;lez I&#241;arrit&#250;. Um total de oito filmes, divididos em duas temporadas, foram divulgados exclusivamente na Internet, cada um deles exaltando as qualidades de um modelo diferente de autom&#243;vel da empresa. Chegando a ter um de seus filmes exibidos no Festival de Cannes em 2001, a campanha obteve sucesso sem precedentes na publicidade on-line at&#233; ent&#227;o, sendo que, posteriormente, a s&#233;rie de curtas-metragens foi distribu&#237;da em DVD para p&#250;blicos selecionados. Tendo atingido os cem milh&#245;es de visualiza&#231;&#245;es, a campanha de branded entertainment foi considerada um marco na hist&#243;ria da publicidade na Internet. Na televis&#227;o, os exemplos de advertainment v&#234;m crescendo a cada ano. A Nike produziu recentemente a s&#233;rie Battlegrounds, veiculada na MTV, que mostrava a vida de jovens jogadores de basquete de rua que concorriam a um pr&#234;mio de US$ 50,000, al&#233;m de receberem produtos da empresa. A estrat&#233;gia pretendia mostrar o envolvimento da marca com a comunidade urbana, e deu retorno favor&#225;vel atrav&#233;s da venda de DVDs da s&#233;rie. Patrocinado pela Nike, o filme-document&#225;rio Ginga &#8211; produzido por Fernando Meirelles &#8211; &#233; outro exemplo recente de conte&#250;do de marca. Mostrando a hist&#243;ria do futebol brasileiro atrav&#233;s dos olhos de sete jogadores de v&#225;rias partes do pa&#237;s, o document&#225;rio foi exibido ao redor do mundo e serviu para refor&#231;ar o forte posicionamento da Nike em rela&#231;&#227;o aos esportes e sua paix&#227;o pelo futebol brasileiro. A Axe, marca de desodorante masculino, em parceria com o Canal Fox, patrocinou a s&#233;rie de anima&#231;&#227;o adulta City Hunters &#8211; que est&#225; sendo exibida no Brasil &#8211; dando continuidade ao seu hist&#243;rico de campanhas publicit&#225;rias e a&#231;&#245;es de marketing ousadas. S&#227;o nove epis&#243;dios de onze minutos cada, produzidos pela empresa argentina Catmandu Branded Entertainment, onde o protagonista &#8211; chamado Axel &#8211; tenta se tornar um conquistador de mulheres, com a ajuda de seu mentor, o Dr. Lynch. Mesclando erotismo e humor, a s&#233;rie traduz perfeitamente o esp&#237;rito da marca Axe, ao mesmo tempo em que proporciona um conte&#250;do atraente para o seu p&#250;blico-alvo. No Brasil, o branded entertainment ainda est&#225; dando os primeiros passos. 'Temos poucos trabalhos realizados, e ainda h&#225; muito receio por parte dos anunciantes, por n&#227;o saberem exatamente que tipo de retorno essa iniciativa pode trazer para as marcas e para as vendas', afirma Suzana Apelbaum, diretora de cria&#231;&#227;o da ag&#234;ncia &#193;frica. Al&#233;m destes exemplos citados por Perez, posso citar uma reportagem da Revista National Geografic, onde aparece uma reportagem sobre um roteiro de trilhas, s&#243; que, no contexto da reportagem, a Marca Toyota &#233; oferecida ao leitor, de forma indireta, como a mais apta a percorrer tais percursos. E este caro leitor &#233; o meu maior medo, as marcas se apropriarem, atrav&#233;s da publicidade, dos meios de comunica&#231;&#227;o de massa. J&#225; s&#227;o tantas as formas de se manipular a sociedade e, esta, &#233; mais uma delas. Reparem que em nenhum momento, e por nenhum dos autores citados, foi demonstrado algum tipo de preocupa&#231;&#227;o, por parte dos publicit&#225;rios ou empresas de publicidade, com a sociedade, e sim, somente com o aumento ou queda dos lucros das empresas. Colocar propaganda dentro de textos jornal&#237;sticos representa a morte da informa&#231;&#227;o com veracidade. Desta maneira, caminharemos mais cedo do que pensamos (se &#233; que pensamos!) para o que costumo chamar de ignor&#226;ncia plena, motivada pela &#226;nsia insana pelo capital. 
Iuri Barros de Freitas &#8211; jornalista 
iuri.barrosdefreitas@yahoo.com.br http://Iuribarrosdefreitas.blog.terra.com.br </description>
			</item>
		<item>
			<title>Publicidade, vil&#227; ou n&#227;o?</title>
			<link>http://iuribarrosdefreitas.blog.terra.com.br/publicidade_vila_ou_nao</link>
			<pubDate>04.08.08</pubDate>
			<a href="http://iuribarrosdefreitas.blog.terra.com.br/?cat=107820" title="Ver categorias">Textos da Revista Reforme</a>
			<description>Publicidade, vil&#227; ou n&#227;o? 

Hoje em dia, um dos assuntos mais discutidos entre os especialistas em comunica&#231;&#227;o &#233; a publicidade. Sem ela, jornais, revistas, televis&#227;o, r&#225;dio e internet n&#227;o viveriam. As m&#237;dias s&#227;o cada vez mais ref&#233;ns. &#201; atrav&#233;s dela que se captam recursos para pagar o sal&#225;rio de todos os envolvidos no processo da comunica&#231;&#227;o. At&#233; ai tudo mais ou menos, pois o ideal seria que ve&#237;culos de informa&#231;&#227;o n&#227;o precisassem da publicidade para pagar suas contas. Mas, infelizmente, isto parece mais uma utopia do que uma realidade alcan&#231;&#225;vel. Mesmo assim, sempre existiu uma separa&#231;&#227;o entre a &#8220;Igreja e o &#8220;Estado&#8221; (termo usado para designar a separa&#231;&#227;o entre informa&#231;&#227;o e publicidade), que pretendia deixar o mais distante poss&#237;vel esta rela&#231;&#227;o, que &#224;s vezes, ou na maioria das vezes, s&#243; interessam alguns poucos. Com o advento da internet, a maioria dos grandes ve&#237;culos de informa&#231;&#227;o, principalmente revistas e jornais impressos, se viram perdidos. J&#225; era grande a queda nas assinaturas deles, mas depois da nova tecnologia, ficou ainda mais vertiginosa (a informa&#231;&#227;o na net geralmente &#233; de gra&#231;a). Eles se viram obrigados a se adaptarem a nova realidade, mas, mesmo assim, hoje em dia, segundo o professor da faculdade C&#225;sper L&#237;bero, Caio T&#250;lio Costa, eles n&#227;o usam esta nova m&#237;dia de maneira correta. Para ele, &#8220;a nova m&#237;dia &#233; apenas um recept&#225;culo dos diversos conte&#250;dos da velha m&#237;dia.&#8221; Conglomerados midi&#225;ticos como o Time Warner (ex dono da AOL) perderam lugar no ciberespa&#231;o para empresas como o Google e o Yahoo que, de acordo com Caio T&#250;lio, entenderam melhor as necessidades desta nova m&#237;dia. Segundo ele, &#8220;De fato, com o passar de poucos (e velozes) anos, dois fen&#244;menos, Yahoo e Google, sobressa&#237;ram num modelo diferente daquele &#8216;patenteado&#8217; pela AOL, fundado na composi&#231;&#227;o de receitas majorit&#225;rias de assinaturas de acesso com receitas minorit&#225;rias de publicidade. Cerca de 80% do faturamento da AOL provinha das assinaturas de acesso antes de ela centrar seu novo modelo na publicidade, reviravolta anunciada em agosto de 2006... A Time Warner, expurgado o acr&#244;nimo AOL da marca, olhou para o lado e ficou espantada com os faturamentos quase unicamente advindos da publicidade dos concorrentes imediatos da AOL. O Yahoo faturou US$ 5,2 bilh&#245;s em 2005 e o Google o ultrapassou, conquistando US$ 6,2 bilh&#245;es no mesmo ano, um crescimento de 92% em rela&#231;&#227;o a 2004.&#8221; . Vendo desta forma, parece-me que a salva&#231;&#227;o para as empresas de informa&#231;&#227;o (S&#243; para elas &#233; claro. Os leitores ou espectadores que se danem) &#233; a publicidade, ou seja, ela se tornou a alma do neg&#243;cio. Est&#225; sendo deixado para tr&#225;s, algo que sempre foi a ess&#234;ncia da comunica&#231;&#227;o, a informa&#231;&#227;o verdadeira, anal&#237;tica e sem nenhum tipo de manipula&#231;&#227;o ou interfer&#234;ncia externa (principalmente da publicidade). Ao abrirmos sites, seja ele de informa&#231;&#227;o ou entretenimento, o que vemos &#233; uma enxurrada de publicidade pipocando no monitor, uma chatice para quem n&#227;o &#233; seduzido a todo o momento pelo consumismo desenfreado estimulado pelos publicit&#225;rios. Mas, ainda assim, temos como nos livrar dela, fechando as &#8220;janelinhas&#8221; onde se encontram. O grande problema &#233; quando a publicidade aparece em forma de texto jornal&#237;stico, ou seja, disfar&#231;ada de mat&#233;ria... Algumas semanas atr&#225;s, fui convidado para fazer um trabalho e, no local, me familiarizei com uma das coqueluches da publicidade de hoje, o chamado &#8220;branded content&#8221;. Pesquisando no Google acad&#234;mico (excelente ferramenta), achei uma monografia sobre o assunto. O autor se chama Daniel Neves Perez e faculdade &#233; a PUC do Rio Grande do Sul. Ele come&#231;a o capitulo que trata do assunto com a seguinte frase: &#8220;O merchandising &#233; o casamento incestuoso entre a fic&#231;&#227;o e a publicidade. (GIANINI, 1991, apud CALAZANS, 2006, p. 195)&#8221;. Para ele, &#8220;O surgimento de tecnologias de DVR &#8211; que permitem aos telespectadores pular os comerciais e assistir apenas aos seus programas favoritos &#8211; estremeceu o mercado publicit&#225;rio, colocando em cheque o futuro dos comerciais de TV. De acordo com Laermer e Simmons (2007, p. 148), 50% dos lares americanos possuir&#227;o um aparelho de DVR at&#233; o final de 2008. No Brasil, a introdu&#231;&#227;o do padr&#227;o digital de televis&#227;o &#8211; prevista para o final de 2007 &#8211; tamb&#233;m &#233; um fator que vem provocando discuss&#245;es acerca de novos modelos de publicidade. Uma solu&#231;&#227;o para este impasse &#233; utilizar a t&#233;cnica de merchandising, que integra inser&#231;&#245;es comerciais aos conte&#250;dos televisivo e cinematogr&#225;fico. Por&#233;m, em seu formato tradicional, esta t&#233;cnica vem perdendo a aceitabilidade do p&#250;blico, que faz distin&#231;&#227;o entre o bom merchandising &#8211; aquele onde a marca &#233; integrada naturalmente ao enredo do programa ou filme &#8211; e o ruim &#8211; onde o produto &#233; mencionado de modo artificial e deslocado do conte&#250;do. Segundo Calazans (2006, p. 207), &#8220;uma vantagem covarde do merchandising &#233; que ele atinge o telespectador em seu momento de descontra&#231;&#227;o, quando n&#227;o espera an&#250;ncios, sem seus mecanismos de defesa ativados&#8221;, al&#233;m de ser utilizado como uma estrat&#233;gia pelas ag&#234;ncias de publicidade e emissoras de TV de modo a burlar a lei, que limita em 15 minutos o tempo de comerciais por hora de programa&#231;&#227;o, o que leva alguns te&#243;ricos a classificar a atividade como anti&#233;tica e ilegal.&#8221; </description>
			</item>
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			<title>Trabalho final</title>
			<link>http://iuribarrosdefreitas.blog.terra.com.br/trabalho_final_1</link>
			<pubDate>01.08.08</pubDate>
			<a href="http://iuribarrosdefreitas.blog.terra.com.br/?cat=119413" title="Ver categorias">Avaliação final</a>
			<description>Consumismo 
Atrav&#233;s de sua &#34;teoria&#34; da Cultura MC World, Benjamin R. Barder apresenta a cultura americana como um cavalo de Tr&#243;ia que invade as culturas locais, baseada no poder que a comunica&#231;&#227;o tem cujo objetivo &#233; espalhar e perpetuar a Cultura de Mercado, tendo como conseq&#252;&#234;ncia, a forma&#231;&#227;o de consumidores e, n&#227;o mais, cidad&#227;os. Assim &#233; a cultura do consumo, ou seja, neste mundo consumista, s&#243; &#233; cidad&#227;o aquele que consome, independente da classe social. Um exemplo &#233; o esvaziamento dos espa&#231;os p&#250;blicos (geralmente usados para discuss&#245;es relacionadas ao bem comum) &#233; o aumento do n&#250;mero de Shopping Centers. Barder nos faz a seguinte pergunta: Restar&#227;o cidad&#227;os? 
Poder e Publicidade 
A publicidade &#233; a respons&#225;vel pela cultura do consumo. Sem ela, a m&#237;dia n&#227;o conseguiria espalhar a ideologia de seus comandantes que, atualmente, &#233; o consumismo. Refletimos um pouco a respeito deste poder, e de como ele pode ser usado de outra forma. A partir da an&#225;lise do livro &#34;A publicidade &#233; um cad&#225;ver que nos sorri&#34; do italiano Oliviero Toscani, mundialmente conhecido pelas inusitadas campanhas da Benetton, podemos ver que ela pode ser ben&#233;fica, na medida em que &#233; usada para alertar a popula&#231;&#227;o sobre algo de ruim que esteja acontecendo. 
Avalia&#231;&#227;o II 
O semin&#225;rio sobre a obra Admir&#225;vel Mundo Novo foi nossa segunda avalia&#231;&#227;o. Nele podemos tra&#231;ar um paralelo entre o mundo idealizado por Huxley e o mundo atual. Podemos constatar que eles tem mais em comum do que imagin&#225;vamos. 
Modernidade L&#237;quida 
Segundo Zygmunt Bauman autor da teoria de Modernidade L&#237;quida, &#34;A Sociedade Moderna, como os l&#237;quidos, se caracteriza por uma incapacidade de se manter a forma&#34;. Atualmente, vivemos em uma sociedade imersa na dualidade entre o s&#243;lido e o l&#237;quido. Al&#233;m do consumo e da liquidez, uma das mais fortes caracter&#237;sticas de nossa &#233;poca &#233; a acelera&#231;&#227;o do tempo. Este tempo veloz est&#225; fundamentado na teoria de Bauman, da liquidez. Essa rapidez acarreta cada vez mais na exist&#234;ncia de indiv&#237;duos voltados para si mesmo. A morte parece n&#227;o existir, apesar de ser temida. Hoje as not&#237;cias s&#227;o dadas em tempo real, o que s&#243; &#233; permitido por causa das ovas tecnologias, como a Internet. 
Reflex&#227;o final
&#160;Ao final do curso, podemos chegar a conclus&#227;o de que a M&#237;dia n&#227;o &#233; causadora de todos os problemas do mundo. Ele &#233; apenas um meio. Cabe a quem a controla fazer um uso digno. A velocidade e a quase &#8220;onipresen&#231;a&#8221; proporcionada pela internet, faz desta nova m&#237;dia e da velha, ferramentas perfeitas para o marketing do consumo. Neste panorama o consumidor deixa de consumir e passa a ser consumido pelo marketing que vende uma felicidade inexistente, pela maneira como imp&#245;e cren&#231;as e estilos de vida, entre outras coisas. Cabe as pessoas filtrarem melhor as informa&#231;&#245;es ao qual s&#227;o submetidas, vendo sempre os diferentes ponto de vista e, assim, formar seu ponto de vista epist&#234;mico. Meu objetivo neste blog foi um pouco diferente do restante da sala. Apesar de saber que hoje os blogs s&#227;o usados para assuntos curtos, atualizados o mais r&#225;pido poss&#237;vel, eu quis tentar resgatar o objetivo inicial, que era o de ser um espa&#231;o para discuss&#227;o. Portanto, me preocupei em colocar textos mais longos, com mais informa&#231;&#245;es n&#227;o me preocupando tanto com a rapidez na atualiza&#231;&#227;o. S&#243; se pode ter discuss&#227;o se o assunto for aprofundado. E outra, podemos ter blogs com diferentes objetivos. Como vimos com o professor Caio T&#250;lio Costa, a nova m&#237;dia ainda &#233; um campo a ser explorado. Agrade&#231;o ao professor Dimas e aos meus colegas pelo semestre que tivemos. </description>
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			<title>Trabalho final</title>
			<link>http://iuribarrosdefreitas.blog.terra.com.br/trabalho_final</link>
			<pubDate>01.08.08</pubDate>
			<a href="http://iuribarrosdefreitas.blog.terra.com.br/?cat=119413" title="Ver categorias">Avaliação final</a>
			<description>Another brick in the wall 
&#8220;N&#243;s n&#227;o precisamos de nenhuma educa&#231;&#227;o, N&#243;s n&#227;o precisamos de nenhum controle de pensamento, Nenhum sarcasmo sombrio na sala de aula, Professores, deixem as crian&#231;as em paz. * Ei! Professor! Deixe as crian&#231;as em paz! * No total, &#233; apenas outro tijolo no muro, No total, voc&#234; &#233; apenas outro tijolo no muro...&#8221; 
Trecho da m&#250;sica apresentada no primeiro dia de aula. Uma vis&#227;o cr&#237;tica a respeito da educa&#231;&#227;o e sua forma &#8220;mecanizada&#8221; de produzir indiv&#237;duos. Um dos v&#225;rios pontos de vista, que como veremos no pr&#243;ximo t&#243;pico, junto com outros, formam um ponto de vista epist&#234;mico. 
Ponto de vista epist&#234;mico 
Para que se tenha uma percep&#231;&#227;o correta dos fatos, seja qual for o assunto, &#233; necess&#225;rio considerarmos a exist&#234;ncia de v&#225;rios e in&#250;meros pontos de vistas. Quando se trata de m&#237;dia ent&#227;o, tal abordagem &#233; vital. E, por falar em M&#237;dia, refletimos tamb&#233;m sobre seu significado que, para muitos, &#233; toda poderosa, que faz e tal... Nesta reflex&#227;o chegamos &#224; conclus&#227;o que a m&#237;dia &#233; apenas um MEIO, que pode ser usado de diversas formas. O conceito de multiperspectividade foi amplamente discutido. Assim, o poder que a m&#237;dia pode ou n&#227;o exercer precisa ser visto atrav&#233;s de um olhar epist&#234;mico, cujo intuito n&#227;o &#233; escolher entre o que &#233; certo ou errado, mas sim, ter diversas perspectivas a respeito do mesmo assunto. 
Atividade I
&#160;Nas primeiras aulas definimos os grupos que realizariam os semin&#225;rios no semestre. A escolha ficou a cargo dos alunos, e os grupos se formaram a partir da empatia de cada um com o t&#237;tulo sugerido. Escolhi o livro ADMIR&#193;VEL MUNDO NOVO. A obra-prima de Huxley &#233; rica em conte&#250;do e reflex&#245;es e, v&#225;rias de suas &#8220;alucina&#231;&#245;es&#8221; vieram a se concretizar no mundo de hoje. 
Mini-semin&#225;rio 
Ap&#243;s muitas conversas optamos por retratar a forma como certos assuntos s&#227;o abordados de formas diferentes por determinados ve&#237;culos. Dependendo do posicionamento pol&#237;tico do veiculo, o assunto &#233; trado de forma parcial ou imparcial. Escolhemos as linhas editoriais de Carta Capital e Veja. Como objeto de estudo, abordamos as publica&#231;&#245;es sobre a sa&#237;da de Fidel Castro do poder. O perfil das duas revistas escolhidas, Carta Capital e Veja, foi apresentado junto com a linguagem por elas usada, mais as entrevistas realizadas e os dados estat&#237;sticos selecionados. Como as diferen&#231;as de abordagem foram imensas, ficou conclu&#237;do que a M&#237;dia &#233; realmente um Meio e que pode ser usado de diversas formas.Na maioria dos casos, ela tem agido muito mais como um &#8220;Poder&#8221; manipulador do que apresentando uma vis&#227;o epist&#234;mica. As duas revistas tiveram uma abordagem tendenciosa de acordo com seus &#8220;princ&#237;pios&#8221; e ideais pol&#237;ticos. 
Plat&#227;o e Arist&#243;teles 
Plat&#227;o e Arist&#243;teles foram discutidos atrav&#233;s de um afresco de Rafael, da Escola de Atenas. As duas filosofias se caracterizam por serem opostas. A primeira representa a abstra&#231;&#227;o e a teoria. J&#225; a segunda &#233; caracterizada pela preocupa&#231;&#227;o com o mundo concreto e material, natural e emp&#237;rica. O interessante &#233; que apesar de distintas as duas se completam. Conclu&#237;mos que n&#227;o adianta s&#243; o conhecimento te&#243;rico. &#201; necess&#225;rio tamb&#233;m se levar em conta o ponto de vista emp&#237;rico. Devemos sempre buscar um ponto de vista epist&#234;mico, que considere as diversas formas e percep&#231;&#245;es. 
Mito da Caverna 
Atrav&#233;s do Mito da Caverna, de Plat&#227;o, foi poss&#237;vel refletimos os temas atuais de M&#237;dia e Poder. A opini&#227;o sobre o real chama-se Doxa (as sombras da caverna) e a verdade chame-se AL&#201;THEA (a luz, fora da caverna). Ao fazermos a analogia da par&#225;bola de Plat&#227;o, podemos constatar que a m&#237;dia tem o poder de criar imagens e projet&#225;-las, produzindo uma realidade que n&#227;o existe. &#201; necess&#225;rio observarmos, sobretudo no que diz respeito aos temas mais pol&#234;micos e controvertidos, qual o posicionamento adotado pela m&#237;dia. Criam -se os fatos ou os distorcem de acordo com a vontade do ve&#237;culo. O papel dos ve&#237;culos de comunica&#231;&#227;o &#233; o de ser o mais transparente poss&#237;vel, sendo isento de interesses pr&#243;prios ou de terceiros. J&#225; o dos profissionais de comunica&#231;&#227;o, &#233; de primarem pela &#233;tica e verdade, sobrando aos leitores e ouvintes desenvolver a habilidade cr&#237;tica e sa&#237;rem da caverna. 
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